Disseram-me, um dia, que meu máximo ainda não era o suficiente (e eu tinha certeza de que estava no meu limite). Percebi então, que jamais conseguiria agradar a todos. Depois dessa situação resolvi re-erguer minha cabeça e buscar meu lugar. Por fim, acabei aprendendo que autenticidade e autoestima não se compram, e que para finalmente achá-las é necessário, primeiramente, ser feliz consigo mesmo.
Paulo Pimenta
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Dia dos namorados
“Passou! Ufa, ainda bem que acabou o Dia nos Namorados”, - dirão os solteiros.
“Todos os dias deveriam ser Dia dos Namorados” - dirão os casais.
“O quê? Hoje? Dia dos Namorados? Hã?” - dirão os esquecidos (namorados que acham que deveriam namorar todos os dias, porém, sem envolver trocas de presentes).
Porém, além dos presentes e carinhos trocados nesse dia, o Dia dos Namorados é uma data para celebrar acima de tudo a amizade entre as pessoas. O fato, é que sempre é bom lembrar-se da importância de nossos amigos, afinal, eles às vezes, assumem um papel muito mais importante na nossa vida do que aquele paquera ou namoradinha que vive nos dando mais motivos pra chorar do que rir.
Mesmo assim, é sempre bom ter alguém por perto. Ninguém ama ninguém apenas pelas qualidades, caso fosse assim, como diria Arnaldo Jabor, “os honestos e não fumantes teriam uma fila enorme de pretendentes.” As pessoas passam a se amar por alguma coisa que as faça lembrar a sensação de cuidado, de que são importantes, algo que realmente as chame a atenção. Talvez um toque suave, talvez um cafuné que cause arrepio.
Espero que o amor bata à sua porta (à nossa, por que não?), que chegue em um cavalo branco, que saia da televisão ou que venha através de um sapato que esquecemos em uma festa. É hora de buscar amar e ser amado, viver um sentimento sincero, marcado por ações no presente, aliás, esse é outro ponto importantíssimo para um relacionamento saudável. “Não deixe para amanhã o que se pode fazer hoje” é uma frase piegas, mas com um significado extremamente real. Temos mania de deixar as coisas pro dia seguinte e dizer que o futuro só começa amanhã, como se ele fosse algo inalcançável, mas não, o futuro é o “pano” que vestimos a vida. Hoje é o futuro de ontem e o amanhã já está próximo.
Paulo Pimenta
“Todos os dias deveriam ser Dia dos Namorados” - dirão os casais.
“O quê? Hoje? Dia dos Namorados? Hã?” - dirão os esquecidos (namorados que acham que deveriam namorar todos os dias, porém, sem envolver trocas de presentes).
Porém, além dos presentes e carinhos trocados nesse dia, o Dia dos Namorados é uma data para celebrar acima de tudo a amizade entre as pessoas. O fato, é que sempre é bom lembrar-se da importância de nossos amigos, afinal, eles às vezes, assumem um papel muito mais importante na nossa vida do que aquele paquera ou namoradinha que vive nos dando mais motivos pra chorar do que rir.
Mesmo assim, é sempre bom ter alguém por perto. Ninguém ama ninguém apenas pelas qualidades, caso fosse assim, como diria Arnaldo Jabor, “os honestos e não fumantes teriam uma fila enorme de pretendentes.” As pessoas passam a se amar por alguma coisa que as faça lembrar a sensação de cuidado, de que são importantes, algo que realmente as chame a atenção. Talvez um toque suave, talvez um cafuné que cause arrepio.
Espero que o amor bata à sua porta (à nossa, por que não?), que chegue em um cavalo branco, que saia da televisão ou que venha através de um sapato que esquecemos em uma festa. É hora de buscar amar e ser amado, viver um sentimento sincero, marcado por ações no presente, aliás, esse é outro ponto importantíssimo para um relacionamento saudável. “Não deixe para amanhã o que se pode fazer hoje” é uma frase piegas, mas com um significado extremamente real. Temos mania de deixar as coisas pro dia seguinte e dizer que o futuro só começa amanhã, como se ele fosse algo inalcançável, mas não, o futuro é o “pano” que vestimos a vida. Hoje é o futuro de ontem e o amanhã já está próximo.
Paulo Pimenta
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Bastamos
Eu falo, tu falas, ele não fala. Quero desse jeito - disse. Não há necessidade de uma terceira pessoa em nossa relação.
Paulo Pimenta
Paulo Pimenta
Meu garoto
-“Você não pode ser o menininho da mamãe e do papai ao mesmo tempo.” Era o que me dizia uma voz – perturbadora até – desde o dia em que me entendi por gente. Que coisa mais difícil, não? Uma escolha bastante arriscada. Por conta das circunstâncias, acho que me tornei um menino do papai. Meus pais já eram velhos quando me “fizeram”. Trabalhavam bastante, porém, papai estava perto de se aposentar por conta de algumas doenças. Uma das coisas que me fizeram (ou me obrigaram, não sei) a ser dele, foi o fato de, após 14 anos, nascer um filho. Papai era muito sentimento, muita paixão, pensava com o coração sempre. Parecia não ter inimigos e fazia de tudo para agradar os outros. Não havia uma festa na qual não marcasse a presença; podia ter certeza de que não estava fazendo a coisa certa, mas, se naquele momento era a sua vontade, fazia da mesma maneira. Mamãe não era assim. Era analítica, racional, objetiva e tímida. Não gostava de festas ou viagens. Preferia interior à praia; comida caseira a restaurantes sofisticados. Segura de si, aprendera com a vida a ser responsável e a lidar com as adversidades que viessem a surgir.
Papai aposentou-se. Mamãe trabalhava o dia todo. Minha irmã mais velha trabalhava de dia e estudava à noite. Meu irmão estudava de dia e trabalhava à noite. Eu era o único companheiro de papai e ele, lógico, o meu. Jogos de futebol, pipas, shoppings, planejamentos sem pé nem cabeça, eram nossas atividades rotineiras. Papai era teimoso, muito teimoso. Nunca largou a cervejinha diária tampouco aquela droga do cigarro. O que isso lhe rendeu? Além de cateterismo e angioplastia, três pontes-safenas e uma mamária.
E assim foi nossa saga juntos. Durou bastante tempo. Minha mãe, então, resolveu aposentar-se também. Teria agora os dois em casa. Menino do papai ou menino da mamãe? Ai! Quanta dúvida.
E foi na tarde de uma terça feira modorrenta, chuvosa, cinzenta, e fria que mamãe, em meio a lágrimas e incertezas, disse-me: “Vem cá, a partir de hoje você será o homenzinho da mamãe.” Papai havia nos deixado. “Deus o quer junto dele”, me diziam os amigos da família, achando que me confortariam. Tolos. Como assim, eu, um garoto de 11 anos, seria agora o homem da minha mãe, o homem da casa? Quanta responsabilidade! Não estava pronto pra isso. Papai, naquela hora, deveria estar me olhando do céu, com uma latinha na mão, um cigarro noutra, vendo seu Botafogo ganhar e falando sobre mim pro vocô. Eu queria continuar sendo o menininho, queria ser paparicado, queria descer pra jogar bola com meus vizinhos tranquilo, queria tanta coisa, queria ao menos alguém pra que eu pudesse me espelhar.
Virei o menininho da mamãe. Um menininho quase homenzinho, admito. Não tinha mais tempo para tantas baboseiras. Quando se perde um pai, as pessoas ficam em cima de você por algum tempo, acham que você volta a ser um bebê, mas quando se cansam, babau, vão embora e nem olham pra trás.
Ser um menininho da mamãe me privou de muitas coisas e abriu portas pra muitas outras.
Mamãe não gostava que eu andasse de bicicleta fora do condomínio, mamãe não gostava que eu saísse à noite. Sabe aquele medo que só as mães têm? Pois é. É disso que eu estou falando.
Passei a ir a pé para a escola, a viajar sozinho, a comer sozinho, a viver mais por mim mesmo. Mamãe tinha muita coisa pra se preocupar. Mas uma coisa não posso deixar de dizer: o amor que esta mulher me deu supriu todas as minhas carências e dúvidas, foi capaz até de fazer nascer dentro de mim novos sonhos, novos projetos – assim como eu fazia com papai – sabe?
Já fui o menininho dos amigos, mas hoje, aos dezoito anos, vejo que o menininho da mamãe está virando um menininho do mundo. Estou quase adestrado para voar sozinho, estou quase pronto pra deixar que aquele menininho fique preso e estático – como um Peter Pan – no coração de mamãe. Tenho medo do que me espera lá na frente. Mas sei que, assim como a tive na perda de papai e nas tantas outras vezes que caí e ela – não eu – me levantou, ela me fará sonhar e lutar para que minha felicidade reine sempre, por todos os dias da minha vida.
Paulo Pimenta
Papai aposentou-se. Mamãe trabalhava o dia todo. Minha irmã mais velha trabalhava de dia e estudava à noite. Meu irmão estudava de dia e trabalhava à noite. Eu era o único companheiro de papai e ele, lógico, o meu. Jogos de futebol, pipas, shoppings, planejamentos sem pé nem cabeça, eram nossas atividades rotineiras. Papai era teimoso, muito teimoso. Nunca largou a cervejinha diária tampouco aquela droga do cigarro. O que isso lhe rendeu? Além de cateterismo e angioplastia, três pontes-safenas e uma mamária.
E assim foi nossa saga juntos. Durou bastante tempo. Minha mãe, então, resolveu aposentar-se também. Teria agora os dois em casa. Menino do papai ou menino da mamãe? Ai! Quanta dúvida.
E foi na tarde de uma terça feira modorrenta, chuvosa, cinzenta, e fria que mamãe, em meio a lágrimas e incertezas, disse-me: “Vem cá, a partir de hoje você será o homenzinho da mamãe.” Papai havia nos deixado. “Deus o quer junto dele”, me diziam os amigos da família, achando que me confortariam. Tolos. Como assim, eu, um garoto de 11 anos, seria agora o homem da minha mãe, o homem da casa? Quanta responsabilidade! Não estava pronto pra isso. Papai, naquela hora, deveria estar me olhando do céu, com uma latinha na mão, um cigarro noutra, vendo seu Botafogo ganhar e falando sobre mim pro vocô. Eu queria continuar sendo o menininho, queria ser paparicado, queria descer pra jogar bola com meus vizinhos tranquilo, queria tanta coisa, queria ao menos alguém pra que eu pudesse me espelhar.
Virei o menininho da mamãe. Um menininho quase homenzinho, admito. Não tinha mais tempo para tantas baboseiras. Quando se perde um pai, as pessoas ficam em cima de você por algum tempo, acham que você volta a ser um bebê, mas quando se cansam, babau, vão embora e nem olham pra trás.
Ser um menininho da mamãe me privou de muitas coisas e abriu portas pra muitas outras.
Mamãe não gostava que eu andasse de bicicleta fora do condomínio, mamãe não gostava que eu saísse à noite. Sabe aquele medo que só as mães têm? Pois é. É disso que eu estou falando.
Passei a ir a pé para a escola, a viajar sozinho, a comer sozinho, a viver mais por mim mesmo. Mamãe tinha muita coisa pra se preocupar. Mas uma coisa não posso deixar de dizer: o amor que esta mulher me deu supriu todas as minhas carências e dúvidas, foi capaz até de fazer nascer dentro de mim novos sonhos, novos projetos – assim como eu fazia com papai – sabe?
Já fui o menininho dos amigos, mas hoje, aos dezoito anos, vejo que o menininho da mamãe está virando um menininho do mundo. Estou quase adestrado para voar sozinho, estou quase pronto pra deixar que aquele menininho fique preso e estático – como um Peter Pan – no coração de mamãe. Tenho medo do que me espera lá na frente. Mas sei que, assim como a tive na perda de papai e nas tantas outras vezes que caí e ela – não eu – me levantou, ela me fará sonhar e lutar para que minha felicidade reine sempre, por todos os dias da minha vida.
Paulo Pimenta
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Mania de ser livre
Já não se faz mais necessário que digam qual caminho devo tomar ou o que devo fazer. Meu destino, a partir de agora, é incerto. Paulo Pimenta
Disseram que seria pra sempre
Faz tempo que venho refletindo e observando o que é a amizade. É muito fácil falar que sabe o que significa ou que fulano é um bom amigo. Recorri, pois, ao grande e inesquecível “pai-dos-burros”. Fiquei com preguiça de ir ao quarto buscá-lo e resolvi, então, buscar o significado daquela que pra mim, naquele momento “não-devia-ser-nomeada” na internet mesmo. Amizade: (latim vulgar amicitas, -atis) s. f. 1. Afeição recíproca entre dois entes. 2. Boas relações. Voltarei a esse conceito mais à frente.
Desde a Antiguidade a amizade é considerada uma expressão de alegria. Montaigne já dizia que em uma amizade verdadeira, ele doa-se mais ao amigo do que ele quer que o amigo doe-se a ele. Já Aristóteles dizia que a amizade vem de uma escolha livre e recíproca.
É difícil escolher um amigo. O que incluir na “lista” de pré-requisitos para que alguém o seja? Gostos parecidos, legal, isso e aquilo. Putz! Como somos exigentes! É a mistura absurda de egoísmo e da própria exigência que nos faz dar (ou não) o pontapé inicial em tal relação.
Pelo fato de eu ser muito comunicativo, tenho bastante facilidade para criar novas amizades. Vejo bem quem eu quero que seja meu amigo e aposto o quanto eu puder enquanto estiver gostando de ter aquela pessoa por perto. Mas algo que sempre me passou pra trás é a história do “pra sempre”. Aprendi, depois de apanhar bastante, que aquela música que diz assim “... pra sempre, sempre acaba [...]” é a maior verdade do mundo.
Talvez pela minha falta de maturidade, há alguns anos, achava que seria amigo da galera da escola pro resto da minha vida, ou que meu melhor amigo nunca deixaria de ocupar esse “posto”. Imaginava que eles conheceriam minha namorada, iriam ao meu casamento, brincariam com meus filhos e que poderia contar com eles a qualquer momento. Hoje vejo o quanto meus pensamentos estavam errados.
Lembrar das zoações, das conquistas, dos dias em que viramos a noite dando e ouvindo conselhos, dos problemas solucionados com a ajuda deles dói. E dói muito. Rever essas pessoas que mantinham um contato direto com você, e não ter mais um diálogo consistente como havia antes me corrói por dentro.
Já tenho muita dificuldade para escolher uma camisa, nunca sei se quero a verde ou a branca, tenho também muita dificuldade para escolher uma comida, nunca sei se quero lasanha ou macarronada. Agora pensem vocês, a minha dificuldade para escolher um amigo... Tenho feito escolhas nos últimos meses que com certeza me trarão consequências no futuro. Mas tenho rezado e lutado para que eu apenas continue sendo feliz ao lado de quem quer que seja. Tenho, hoje, meu porto-seguro estabelecido em cima de poucas pessoas. Amo-os, não tenho vergonha de dizer isso. São, depois de minha família (que também é minha amiga), as pessoas com quem mais me preocupo.
Por fim, o que deixo para quem leu isso até aqui, é que uma amizade nunca vem separada do amor próprio. É necessário, antes de mais nada, estar bem consigo mesmo para conseguir estar bem com os outros. Bom, a vida não é mole e sabemos disso, mas quando há alguém pra te dar a mão e te incentivar a seguir em frente, tudo fica mais fácil. Paulo Pimenta.
Desde a Antiguidade a amizade é considerada uma expressão de alegria. Montaigne já dizia que em uma amizade verdadeira, ele doa-se mais ao amigo do que ele quer que o amigo doe-se a ele. Já Aristóteles dizia que a amizade vem de uma escolha livre e recíproca.
É difícil escolher um amigo. O que incluir na “lista” de pré-requisitos para que alguém o seja? Gostos parecidos, legal, isso e aquilo. Putz! Como somos exigentes! É a mistura absurda de egoísmo e da própria exigência que nos faz dar (ou não) o pontapé inicial em tal relação.
Pelo fato de eu ser muito comunicativo, tenho bastante facilidade para criar novas amizades. Vejo bem quem eu quero que seja meu amigo e aposto o quanto eu puder enquanto estiver gostando de ter aquela pessoa por perto. Mas algo que sempre me passou pra trás é a história do “pra sempre”. Aprendi, depois de apanhar bastante, que aquela música que diz assim “... pra sempre, sempre acaba [...]” é a maior verdade do mundo.
Talvez pela minha falta de maturidade, há alguns anos, achava que seria amigo da galera da escola pro resto da minha vida, ou que meu melhor amigo nunca deixaria de ocupar esse “posto”. Imaginava que eles conheceriam minha namorada, iriam ao meu casamento, brincariam com meus filhos e que poderia contar com eles a qualquer momento. Hoje vejo o quanto meus pensamentos estavam errados.
Lembrar das zoações, das conquistas, dos dias em que viramos a noite dando e ouvindo conselhos, dos problemas solucionados com a ajuda deles dói. E dói muito. Rever essas pessoas que mantinham um contato direto com você, e não ter mais um diálogo consistente como havia antes me corrói por dentro.
Já tenho muita dificuldade para escolher uma camisa, nunca sei se quero a verde ou a branca, tenho também muita dificuldade para escolher uma comida, nunca sei se quero lasanha ou macarronada. Agora pensem vocês, a minha dificuldade para escolher um amigo... Tenho feito escolhas nos últimos meses que com certeza me trarão consequências no futuro. Mas tenho rezado e lutado para que eu apenas continue sendo feliz ao lado de quem quer que seja. Tenho, hoje, meu porto-seguro estabelecido em cima de poucas pessoas. Amo-os, não tenho vergonha de dizer isso. São, depois de minha família (que também é minha amiga), as pessoas com quem mais me preocupo.
Por fim, o que deixo para quem leu isso até aqui, é que uma amizade nunca vem separada do amor próprio. É necessário, antes de mais nada, estar bem consigo mesmo para conseguir estar bem com os outros. Bom, a vida não é mole e sabemos disso, mas quando há alguém pra te dar a mão e te incentivar a seguir em frente, tudo fica mais fácil. Paulo Pimenta.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Personalidade
Parem de buscar pessoas perfeitas e fórmulas certas. Chega de toda essa futilidade que lhes consome e de serem hipócritas até com vocês mesmos. CHEGA! Incrível não perceberem que todos são diferentes e que graças a isso, se tornam pigmentos da tela que é colorida a cada dia, a tela da vida. Seria tão feio e apagado uma pintura com apenas uma cor. O que faz essa tela vistosa é a quantidade de cores e formas diferentes formadas. Por isso, não sigam o fluxo, não tente ser igual ao outro. Você deve ter a certeza de que é bonito, legal, simpático, inteligente do jeito que você é. A sua personalidade é o que te diferencia dos outros, e quando essa não existe passamos a ser apenas mais um entre os demais.
Paulo Pimenta
Paulo Pimenta
Faz doer
Foi há algum tempo apenas
que sua presença passou a incomodar.
Incomodar aquele tolo menino ingênuo
que de tudo só queria te amar.
Passar horas e horas ao seu lado
mais difícil foi ficando.
Saber, de fato, que minha jamais seria,
foi o motivo de, por fim, ver meu coração se dilacerando.
Cada dia, mais e mais
suplico a Deus pelo seu esquecimento.
Mas acontece que só em pedir, tenho em ti meus pensamentos.
O sofrimento que tu me causastes
não destruíu meu sentimento,
Continuarei para sempre te amando, eu lamento.
Paulo Pimenta
que sua presença passou a incomodar.
Incomodar aquele tolo menino ingênuo
que de tudo só queria te amar.
Passar horas e horas ao seu lado
mais difícil foi ficando.
Saber, de fato, que minha jamais seria,
foi o motivo de, por fim, ver meu coração se dilacerando.
Cada dia, mais e mais
suplico a Deus pelo seu esquecimento.
Mas acontece que só em pedir, tenho em ti meus pensamentos.
O sofrimento que tu me causastes
não destruíu meu sentimento,
Continuarei para sempre te amando, eu lamento.
Paulo Pimenta
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